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Correção de Redação.

domingo, 13 de novembro de 2016

Correção de Redação.

Correção de Redação para Concursos, ENEM e demais Vestibulares!

METODOLOGIA
Através de uma metodologia prática, à base de insistente produção textual, o Prof. Quaresma torna o processo de criação perfeitamente alcançável.

O QUE OFERECEMOS?
a) o "esqueleto dissertativo",
b) uma apostila contendo as técnicas de Redação Dissertativa
c) inúmeros exercícios destinados à Revisão Gramatical.

PROPOSTAS DE REDAÇÃO
As propostas são enviadas para o aluno de acordo com a Banca por ele escolhida:
Cesgranrio
Cespe/UnB
ENEM
ESAF
FCC,
Funcap
Fuvest
IFCE etc.

PRAZO PARA CORREÇÃO
A Redação corrigida será devolvida em até 3 dias úteis. Juntamente com o texto analisado, o aluno receberá as dicas necessárias para o aperfeiçoamento da Redação.

PLANTÃO GRAMATICAL
Durante a vigência do pacote contratado, o aluno poderá enviar suas dúvidas para o Prof. Quaresma por meio das mais utilizadas redes sociais.

GARANTIA EXCLUSIVA
Caso o aluno comprove que não obteve 50% dos pontos na Redação avaliada em seu concurso/exame, nós devolveremos a metade do valor total pago.

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Português e Redação ao alcance de todos!
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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

domingo, 11 de setembro de 2016

Gerundismo: evite esse vício de linguagem.


Tanto se tem falado a respeito de gerundismo, que já há quem tenha dúvida sobre o uso do gerúndio. Há até quem pergunte se o gerúndio não é mais usado ou se é errado o seu emprego. Então, antes que se comece a tomar o certo pelo duvidoso e o errado pelo certo, vamos nos lembrar de algumas regras gramaticais.

Comecemos pelo significado da palavra “gerúndio”. Se procurarmos as definições nas gramáticas em uso encontraremos, geralmente, a seguinte explicação: “Gerúndio é uma das formas nominais do verbo que apresenta o processo verbal em curso e que desempenha a função de adjetivo ou advérbio”.

Ele apresenta-se de duas formas. A simples (Ex.: Chegando a hora da largada, a luz verde acendeu.) e a composta (Ex.: Tendo chegado ao fim da corrida, o carro foi recolhido ao boxe.)

O gerúndio expressa uma ação que está em curso ou que ocorre simultaneamente ou, ainda, que remete a uma ideia de progressão. Sua forma nominal é derivada do radical do verbo acrescida da vogal temática e da desinência -ndo. Exemplos: comendo; partindo.

Veja, a seguir, o uso do gerúndio na prática:
E a lama desceu pelo morro, destruindo tudo que encontrava pela frente.
Depois de vários dias chuvosos o sol despontou, alegrando o coração de todos.
Rindo, ele se lembrava com saudades dos dias felizes que tivera.
Abrindo o laptop, começou a escrever.
Com tanta malhação, José está mudando o seu corpo.
Os jornais andam falando que aquele político não presta.
“Caminhando sozinho aquela noite pela praia deserta, fiz algumas reflexões sobre a morte.”
(Erico Verissimo, Solo de Clarineta, p. 12.)


Como vimos nos exemplos, o gerúndio pode ser empregado de diferentes maneiras em nossa língua sem que tenhamos praticado nem uma heresia.

Já com o gerundismo é outra história. Nesse caso, trata-se do uso inadequado do gerúndio. Um vício de linguagem que se alastrou de modo tão corriqueiro e insistente que até já virou piada.

Então, se você usa expressões como: “Vou estar pesquisando seu caso.” “Vou estar completando sua ligação”.

Mude imediatamente sua fala para: “Vou pesquisar seu caso.” “Vou completar sua ligação.” Note que, nos dois casos, você passa a usar somente duas formas verbais (“vou” + “pesquisar” ou “vou” + “completar”) no lugar de três. Além disso, a ideia temporal a ser transmitida é a de futuro e não de presente em curso.

O gerundismo, portanto, é uma mania que peca pelo excesso, pela inadequação do verbo, que ocorre ao transformarmos, desnecessariamente, um verbo conjugado em um gerúndio. Vamos explicar melhor retornando ao exemplo já citado:

“Vou completar sua ligação.” (Construção correta = mais sintética e indica futuro.)
“Vou estar completando sua ligação.” (Construção errada, gerúndio desnecessário.)

Mas fique atento! Em algumas construções, quando a frase indica um processo com certa duração que ainda vai acontecer, não é errado dizer:

“Amanhã, enquanto você passeia, eu vou estar estudando o que é gerundismo. E, se deus quiser, aprenderei alguma coisa.”
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sábado, 10 de setembro de 2016

Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Desde quando foi removido de Sobral para Fortaleza (abril/2011), o Prof. Wagner Quaresma (www.wagnerquaresma.com) iniciou o repasse destas regras através do Centro de Treinamento Integrado (CTI) do Fórum Clóvis Beviláqua (FCB). Entre 2011 e 2015 foram ministrados 8 cursos voltados ao aprendizado da Língua Portuguesa, sob a ótica do Novo Acordo Ortográfico, do Português Instrumental, do "juridiquês" e, claro, das "Dicas do Prof. Quaresma" (via whatsapp em 85.9.9739.2689, facebook em quaresmaconcursos e nosso blog em Prof. Wagner Quaresma).

Inscreva-se, participe, contribua!

SOBRE O ACORDO
As regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa são obrigatórias no Brasil a partir de hoje (1º/janeiro/2016). Em uso desde 2009, mudanças como o fim do trema e novas regras para o uso do hífen e de acentos diferenciais agora são oficiais com a entrada em vigor do acordo, adiada por três anos pelo governo brasileiro.

Assinado em 1990 com outros Estados-Membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para padronizar as regras ortográficas, o acordo foi ratificado pelo Brasil em 2008 e implementado sem obrigatoriedade em 2009. A previsão inicial era que as regras fossem cobradas oficialmente a partir de 1° de janeiro de 2013, mas, após polêmicas e críticas da sociedade, o governo adiou a entrada em vigor para 1° de janeiro de 2016.

O Brasil é o terceiro dos oito países que assinaram o tratado a tornar obrigatórias as mudanças, que já estão em vigor em Portugal e Cabo Verde. Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste ainda não aplicam oficialmente as novas regras ortográficas.

Com a padronização da língua, a CPLP pretende facilitar o intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa, já que os livros passam a ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países. De acordo com o Ministério da Educação, o acordo alterou 0,8% dos vocábulos da língua portuguesa no Brasil e 1,3% em Portugal.

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